Meu primo resolveu desembarcar em Amsterdam para ir a um evento na Alemanha e conseguiu me visitar, FINALMENTE, mas apenas por 24 horinhas. É raro receber gente do meu lado da família (os familiares do meu marido vem com mais frequência), então fiquei super feliz e logo depois de buscá-lo (e do Francisco acordar da soneca dele) corremos para dar uma voltinha em Utrecht. ![]()

E nesse domingo vou aproveitar que o chefão da semana mudou no BEDA do Entreblogs e realizar um ataque forte: o de resgatar uma foto antiga e contar sua história – ou ao menos parte dela. hihi
Aliás, se você ainda não tá acompanhando, vale a pena ir lá na página da blogagem coletiva para conferir todos os participantes. Tem muuuuuita coisa boa e como eu tô amando ter voltado para a blogosfera!
Eu cresci grudada nos meus dois primos por parte de pai, que eram as únicas pessoas mais próximas da família na mesma cidade (a maioria mora em Minas Gerais).
Desde pequenininha vivia na casa deles, fuçava em tudo, pegava os brinquedos, usava até roupa deles e caía direto na piscina que tinha quase em frente a essa cadeira da foto abaixo (inclusive, mais tarde aprendi a nadar com eles, que faziam natação).
Muita influência do que eu gostava de jogar, brincar e até de ideias vinha dessa convivência, e por muitos anos toda a família sempre se reunia, ou viajávamos juntos, enfim: quase irmãos. Cheguei a morar alguns meses com ele em Osasco quando fui “enxotada” de um apartamento onde morava para poder estudar na universidade e quando liguei para ele, ele veio me buscar praticamente na mesma noite com as minhas coisas (que não eram muitas).
Corta para muchos anos mais tarde. Quase todos casados, e esse primo mais velho foi também o primeiro a ter um filho entre os primos. Lembro até hoje de estar num ponto de ônibus quando compartilharam um vídeo com a surpresa para a família. E depois que meu “soprimo” nasceu (chamo assim pois sobrinho + primo, me sinto tia), virei madrinha dele e, quase 7 anos depois, ele virou pai novamente de uma menininha e também padrinho do Francisco.
Infelizmente ainda não consegui convencer esse japa a vir morar nos Países Baixos, mas sempre que estivermos juntos vamos tentar aproveitar ao máximo.
P.S.: devíamos ter tentado reproduzir essa foto antiga com o Francisco, que é minha cara… Mas ele já tinha dormido quando comecei esse post. ![]()



