Bom dia! Apesar de eu ter soltado o post sobre o passeio em Paris que aconteceu há décadas só esses dias, aqui vai um resumão desde lá:
- Tivemos visitas de março até o meio de junho aqui em casa, com viagens acontecendo para aproveitar os poucos feriados holandeses,
- teve muita rede de apoio (ufa!),
- entrei para um Clube do Livro (Prioli Karnal) 📚
- Francisco aprendeu a andar, falar várias palavras e a explorar o mundo. Sério, que fase FOFA!
- tivemos uma cachorrinha que adoeceu e se recuperou logo (ainda bem!),
- fizemos uma viagem ma-ra-vi-lho-sa para Creta por uma semana para recarregar as energias (falarei mais sobre em outro post
) - consertamos o telhado que custou vários rins para evitar novos vazamentos,
- encontrei e entrei no Entreblogs, comunidade e projeto sensacional da Barbara Moretti,
- …e também tivemos nos últimos dias um calorzinho de veraneio que chegou dando um mortal na nossa cara.
Nesse período com gente em casa eu consegui colocar mais ordem nos meus projetos do trabalho e ser mais participativa com o time, além da saúde mental ter apresentado uma ótima melhora (com ajuda de remedinho e muita terapia também
).

Meus amô em Creta
Temos uma mãe corporativa mais presente!
Por falar em emprego – aquele que banca meu gosto caro -, outra novidade interessante é que agora eu finalmente voltarei a frequentar o escritório do trabalho de forma mais assídua. Surgiu uma vaga às terças-feiras em uma creche menor (chamamos de Gastouder aqui), e na creche que ele já frequentava eles finalmente abriram vaga para quinta-feira. Terça e quinta são os dias “oficiais” do meu time (e de toda a Holanda, aparentemente) de presencial.
Eu particularmente não amo esse esquema pois são os dias em que o trânsito e transportes públicos ficam mais lotados, inclusive o restaurante da firma fica sem lugar no almoço a não ser que a gente chegue 15min antes de 12h.
Meu instinto anti-social nesse sentido amava quando a gente ia às sextas-feiras, pois era silencioso, tranquilo de chegar, e dava pra trabalhar sem tantas interrupções.
Mas… é o que é: bora de terça e quinta na creche, e com um neném que vai precisar acostumar a dois ambientes externos diferentes por enquanto, mesmo não sendo o ideal.
Nessa semana, então, o Francisco foi para a creche por dois dias. Na terça eu tive que buscá-lo mais cedo pois ele rejeitou a soneca e já não estava tão bem em ficar ali – estava muuuito quente e acho que a casa não é bem preparada para essa onda que chegou.
Na quarta-feira eu ia trabalhar de casa e levei ele também para a creche maior. Fiquei feliz de saber que eles iriam ter brincadeiras com água e ao ar livre (apenas nas primeiras horas do dia) e que nas salas de brincar e de dormir tinha ar condicionado. Ele dormiu a soneca lá (glória!).

Um Chichico se refrescando no calorão
Maaaasss…
Não sei se é o calor ou se tem algo acontecendo com as janelas de sono dele, mas ele anda dormindo bem mal, acordando muitas vezes, reclamando e tal. O tempo está previsto de esfriar em breve, e espero que tenhamos um verãozinho mais estável pois em casa a gente conta apenas com alguns ventiladores e um sonho.
Nesses dias antes do “bafo” maior chegar nós conseguimos pedalar um pouco com o pequeno na bicicleta (ganhamos uma cadeirinha de bike!) ou passear com a Milka. Depois das 11h ou 12h a casa precisa ficar totalmente fechada, pois o sol e calor duram até, no mínimo, meia noite – já que o sol se põe super tarde aqui.
Arrumação e comprinhas
Nos últimos dias também aproveitamos que ficamos sozinhos para reorganizar muita coisa na casa, nos livramos de coisas que já não usávamos mais, doamos roupas, brinquedos, jogamos fora o que não valia mais a pena deixar e eu finalmente arrumei um armário de potes que fazia a gente ter gastura toda vez que precisávamos guardar alguma comida porque nunca achávamos as tampas.
Meu instintos consumistas retornaram com tudo depois de uns meses tentando poupar. E isso tem motivo: aqui a gente recebe o dinheiro de férias (como se fosse um 13º salário) entre maio e junho.
Também ganhei bônus especiais por cinco anos de empresa, o que ajudou a formar uma caixinha, mas também abriu a porteira pra eu fazer o meu pedido de verão da minha marca favorita de roupas, Sézane, e pra adquirir uma mala nova que irá facilitar nossas viagens com o pequeno.
Sério, fiquei obcecada com a mala: ela tem uma cadeirinha pra ele sentar e a gente poder deslizar ele pelo aeroporto (ele ama isso e as vezes não aceita ficar no carrinho), e ela oferece um pouco mais de espaço do que a outra que eu usava (então realmente era muuuito necessária, sabe
).
Outra coisa que me irritava era a mochila que a gente estava usando para passear e viajar: ou a gente tinha uma mochila menor, minha, sem tanta divisória e que ficava lotada, ou tinha a bolsa dele, que acopla no carrinho mas é um trambolho e a gente só usa em viagem.
Resultado: comprei uma mochila própria pra carregar coisas de bebê também (hihihi), que já vem o próprio trocador e geralmente em todas as bolsas eu faço o “kit emergência” de sempre com itens essenciais de higiene (lenços, fraldas, roupa reserva, etc.). Gostei muito e o fato de ter o próprio trocador já vai salvar ainda mais espaço na mala. Eu descobri que viajar com bebê faz a gente reduzir muuuito mais as próprias malas.
Teremos uma última viagem curta dessa primeira parte do ano em julho, e depois disso se tudo der certo em outubro faremos uma viagem maior.
Agora eu vou aproveitar a soneca longa do baby para me comprometer a duas coisas: uma delas é voltar com meus vídeos no canal (vai aos trancos e barrancos, mas uma hora eu pego no tranco), e também me dedicar ao meu vício (que é o que me impede as vezes de fazer os roteiros dos vídeos): tricotar. Tô pirada com isso, e quando der vou escrever a minha experiência como tricotadeira iniciante também.
Beijos!
